E já deitei a língua por todos os líquidos
Tenho a fome incerta por um alimento só
Tenho o frio de calafrios
E conheço cala-frios
Que frios acobertam
O frio que sempre faz aqui
Onde a razão não descobre
Por que a razão torna-se quente
E na quentura das emoções
Essas são frígidas, mortas, sem resposta